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Sete livros internacionais que marcaram minha vida

O sol é para todos (1960) - Harper Lee

Pois é, acho que talvez esse tenha sido o segundo livro que li, lá nos anos 80, não vou lembrar. Eu tinha decorado a primeira frase do romance. Não sei se entendi direito o que era racismo quando li, mas me lembro bem da Scout, do Jem (irmão da Scout) e do Aticus, pai deles. Harper Lee morreu em 2016, aos 89 anos, esse é o único livro da autora americana. Em 2015 lançaram um rascunho, uma primeira versão de "O sol é para todos", mas não vale a pena mencionar.

Pollyana (1913) - Eleanor H. Porter

Outra autora americana, talvez esse tenha sido o segundo que li, também nos anos 80, minha memória já não é mais confiável. Pollyana era uma menina que quando lhe acontecia algo ruim ela fazia o "jogo do contente", algo que me ajudou muito pela vida afora. Eleanor H. Porter morreu em 1920, aos 51 anos.

Bom dia, tristeza (1954) - Françoise Sagan

Uma escritora francesa, li talvez no final da adolescência, início da idade adulta, nos anos 90. Narra as férias de verão de Cécile, uma garota de 17 anos. Ela tem uma vida fútil e um caráter duvidoso. Sagan foi amiga de Jean Paul Sartre e suas ideias existencialistas. Esteve no Brasil em 1957 e em 1985. Tinha dezoito anos quando publicou "Bom dia, tristeza", seu primeiro livro. Quando entrei pra universidade em 1998, tive uma professora que me chamou de existencialista, acho que pelas muitas leituras que fiz de Sagan. Morreu em 2004, aos 69 anos. 

Os três mosqueteiros (1844) - Alexandre Dumas 

Li provavelmente no final da adolescência, anos 90. A história do jovem D'Artagnan com os mosqueteiros mais habilidosos da corte Athos, Porthos e Aramis me fascinou. Me sentia o próprio D'Artagnan. Alexandre Dumas morreu em 1870, aos 68 anos.

Cimarron (1929) - Edna Ferber

Li já na idade adulta, mas ainda nos anos 90. Yancey e Sara são um casal de aventureiros e participam da colonização do velho oeste americano. Velho oeste é um dos meu assuntos favoritos. Edna Ferber morreu em 1968 aos 82 anos.

Ei, professor (2006) - Frank McCourt

Livro de memórias do autor como professor de inglês em escolas públicas de Nova Yorque. Li mais ou menos na época do lançamento, quando era professora de artes em Curitiba. Frank McCourt morreu em 2009 aos 78 anos, pouco depois de eu ler o livro.

As atribulações de uma caixa de supermercados (2009) - Anna Sam

Li em 2010, quando ainda era professora. Fui caixa de supermercado nos anos 90, então me identifiquei muito com a autora francesa, que conta sua rotina como caixa enquanto cursa letras na faculdade. O livro nasceu do sucesso de um blog que ela mantinha durante os oito anos em que foi caixa. Anna Sam está com 46 anos e atualmente é professora de literatura.





















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