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Coldplay e o Marketing de Guerrilha

  Coldplay em Curitiba  - 22 de março de 2023 - Foto: Divulgação A maneira de divulgar uma marca mudou, sou uma blogueira musical independente e de certa maneira, sei do que estou falando. Se você tem uma banda e quer divulgar seu trabalho não vai conseguir muito espaço na mídia tradicional. Aqui em Curitiba , no máximo uma nota em um site de médio porte, esqueça os grandes, dificilmente eles darão pauta pra sua banda. O curioso é que do Coldplay , que está em tournée pelo Brasil , todos as mídias falam, afinal a banda tem um apelo popular muito grande. Mas por que a grande mídia fala do Coldplay e não fala da sua banda? É uma pergunta com várias respostas, mas quero dizer que o Coldplay não falou com quase ninguém da mídia, apenas com o Fantástico da Globo e com o Venus Podcast . Com a Globo a gente entende mas por que com o Venus Podcast ? Vários veículos carimbados ficaram de fora como a Revista Rolling Stone por exemplo. A resposta é simples e complexa ao mesmo te...

Conheça o projeto infantil "Dobraduras e Cantorias"

  Iniciativa contempla um livro com CD físico e virtual, além de vídeos com propostas de dobraduras Por Juliana Maria Fontoura Galline Há alguns anos, a designer Ivana Podolan e a compositora e escritora Mara Fontoura, uniram-se para trabalhar em torno de um projeto multiárea, abrangendo diversos sentidos e tendo a música como suporte. Trata-se do “Dobraduras e cantorias”, que resultou em um livro com CD físico e virtual, além de vídeos com todas as dobraduras propostas. O lançamento do material será no dia  22 de março , às 20h, no anfiteatro do Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro, em Curitiba (PR). Na ocasião, haverá apresentação musical de Mara Fontoura com a participação de diversos cantores e do compositor Lydio Roberto, que também lançará o álbum “Coisas de Alice”. De acordo com Mara, esse projeto é bastante especial, pois contempla o olhar, o pegar, o ouvir, o pensar, o sonhar. Foram escolhidos 16 temas do universo infantil, como animais, flores, instrum...

Coisas de Alice: Compositor Lydio Roberto Lança novo álbum infantil

  Álbum traz 16 faixas com músicas educacionais e lúdicas sobre o universo infantil Por Juliana Maria Fontoura Galline   Já imaginou poder acessar o universo imagético e criativo da obra de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, porém com uma adaptação inspirada na realidade das crianças brasileiras? Essa é a proposta do projeto “ Coisas de Alice ”, que o compositor paranaense Lydio Roberto vai lançar nos dias  17 e 24 de março , às 15h30, na Biblioteca Darcy Ribeiro (antiga Casa Rosa), em Curitiba (PR). O projeto Coisas de Alice é um trabalho artístico-musical de natureza lúdica e educacional, especialmente voltado às crianças em idade de Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, isto é, crianças entre 02 e 08 anos de idade. A saber, o nome desse trabalho também tem um significado afetivo para o compositor. Alice também é nome da netinha, que por anos o inspirou a compor e a pensar nas alegrias de viver a música, a arte e o reencontro com a infância....

Quiz da Profª Lúcia Porto

  1) Quem disse o verso: "Deve haver um jeito de cair fora daqui, disse o coringa ao ladrão". A) Dylan Thomas. B) Bob Dylan. C) Paulo Coelho. D) Raul Seixas. 2) Quem disse a frase: "Se você não sabe para onde vai qualquer caminho te leva lá". A) Alice. B) O gato de botas. C) O gato de cheshire. D) O gato de atirei o pau no gato. 3) Quem escreveu os versos: "Quando Ismália enlouqueceu, pôs-se na torre a sonhar, viu uma lua no céu, viu outra lua no mar". A) Carlos Drummond de Andrade. B) Cecília Meireles. C) Paulo Leminski. D) Alphonsus de Guimaraens. 4) Quem escreveu os versos: "Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo". A) Carlos Drummond de Andrade. B) Cecília Meireles. C) Paulo Leminski. D) Alphonsus de Guimaraens. 5) Quem escreveu os versos: "Todos esses que aí estão, atravancando o meu caminho, eles passarão, eu passarinho". A) Mario Quintana. B) Helena K...

Minha carreira literária (parte dois)

  Em 2003 basicamente tinha três contos e um artigo sobre a história da guitarra elétrica publicados, na época acreditava que poderia trilhar um caminho profissional escrevendo sobre música . Foi uma decisão pensada, deixei a literatura e a vida nos palcos de lado para me dedicar a escrever sobre a arte dos sons . Não é fácil admitir, mas nunca lidei bem com a realidade e talvez fosse mais sensato arrumar um emprego comum. No entanto, fui fazer uma pós em MPB e conheci uma menina tão sonhadora quanto eu - ela estava fundando um jornal. Ela me convidou para trabalhar no projeto e sugeri assinar uma coluna sobre música - a "Phonoclub" . Ela aceitou.  Sempre gostei de colunas musicais, na Gazeta do Povo havia uma chamada "Melhores do Rock" - que eu lia na adolescência (tenho algumas guardadas por aqui) - e existia a emblemática "Discoteca Básica" da extinta Revista Bizz .  Queria que a "Phonoclub" soasse clássica e por isso escolhi para e...

Minha carreira literária (primeira parte)

Chamar de carreira literária talvez seja exagero, mas houve um tempo em que quis ser escritora de verdade. Havia a música também, mas entre os quinze e os dezenove tive uma febre de literatura que acabou em um livro de poemas , nunca publicado. Desisti da vida literária quando soube que apenas dois escritores tinham vivido de direitos autorais no Brasil - Jorge Amado e Érico Veríssimo .  Entre o livro de poemas e os primeiros contos houve um espaço de mais ou menos seis anos. Em 1999 recebi um convite para escrever um conto para um suplemento literário de uma revista de quadrinhos independente -  Almanaque Entropya que já estava no volume 2 . O conto chama -se "Blessed" e foi escrito a mão, o editor gostou e resolveu publicá-lo assim mesmo, é o único manuscrito da publicação. Na época houve boa repercussão, com matérias na imprensa e uma resenha do escritor Valêncio Xavier (1933 - 2008) e a tiragem acabou rápido, nunca sendo re - editada. Foi meu primeiro texto pub...

Minha primeira banda - The Stars

The Stars em 1995 / 1996 - Jardim Eugênia Maria Campina Grande do Sul - Região Metropolitana de Curitiba /PR Quando compus Jennifer , minha primeira música, em 1994 - queria soar como Ron Wood soava nos Faces . Vinha ouvindo muito os Rolling Stones na época e através deles cheguei ao som da banda anterior de Ronnie . Jennifer é um tema instrumental, uma referência a marca da minha primeira guitarra, vivia tocando o tema em casa e meu irmão não aguentava mais ouvi-lo. Mais tarde acabei vendendo a guitarra, sem gravar a música e ela ficou guardada na memória por anos. Em 1995 era operadora de caixa no Mercadorama , uma rede de supermercados. Foi um período turbulento, cheio de acontecimentos importantes na minha vida, é nessa época, por volta dos vinte e um anos que vou tentar estruturar minha primeira banda: os The Stars . A inspiração veio do meu primo, ele tinha uma banda de rock chamada Abalo Sísmico , que ensaiava em um celeiro. O pessoal chegava com os equipamentos, usando ja...